بِسْمِ ٱللَّهِ ٱلرَّحْمَٰنِ ٱلرَّحِيمِ
أَلَمۡ تَرَ كَيۡفَ فَعَلَ رَبُّكَ بِأَصۡحَٰبِ ٱلۡفِيلِ أَلَمۡ يَجۡعَلۡ كَيۡدَهُمۡ فِي تَضۡلِيلٖ وَأَرۡسَلَ عَلَيۡهِمۡ طَيۡرًا أَبَابِيلَ تَرۡمِيهِم بِحِجَارَةٖ مِّن سِجِّيلٖ فَجَعَلَهُمۡ كَعَصۡفٖ مَّأۡكُولِۭ
Ayah 1
أَلَمۡ تَرَ كَيۡفَ فَعَلَ رَبُّكَ بِأَصۡحَٰبِ ٱلۡفِيلِ
Portuguese
Não viste como teu Senhor agiu com os donos do elefante[1]?
[1] Donos do elefante: trata-se do exército de Abraha Al Achram, príncipe abissínio, cristão, que, em 570 da era cristã, enviou uma expedição, com o fito de destruir a Kaabah, para desviar os peregrinos árabes para a igreja de Sana, capital do Yêmen, construída por sua ordem. A expedição vinha montada em elefantes, o maior armamento bélico da época. Ao chegarem a Makkah, o maior dos elefantes recusou-se a prosseguir rumo á Kaabah, e vãs foram as tentativas de fazê-lo avançar. Nesse exato momento, sobrevoaram-nos bandos de pássaros, munidos de pedrinhas de barro, que lançaram sobre o exército. As pedrinhas perfuravam o lugar em que caíam, no corpo dos combatentes, e saíam por outro lado, deixando- os com aspecto de folhas devoradas por pragas.
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