وَلَا تَقۡرَبُواْ مَالَ ٱلۡيَتِيمِ إِلَّا بِٱلَّتِي هِيَ أَحۡسَنُ حَتَّىٰ يَبۡلُغَ أَشُدَّهُۥۚ وَأَوۡفُواْ ٱلۡكَيۡلَ وَٱلۡمِيزَانَ بِٱلۡقِسۡطِۖ لَا نُكَلِّفُ نَفۡسًا إِلَّا وُسۡعَهَاۖ وَإِذَا قُلۡتُمۡ فَٱعۡدِلُواْ وَلَوۡ كَانَ ذَا قُرۡبَىٰۖ وَبِعَهۡدِ ٱللَّهِ أَوۡفُواْۚ ذَٰلِكُمۡ وَصَّىٰكُم بِهِۦ لَعَلَّكُمۡ تَذَكَّرُونَ
"E não vos aproximeis das riquezas do órfão, a não ser da melhor maneira, até que ele atinja sua força plena. E completai a medida e o peso com eqüidade. Não impomos a nenhuma alma senão o que é de sua capacidade. E, quando falardes, sede justos, ainda que se trate de parente. E sede fiéis ao pacto de Allah. Eis o que Ele vos recomenda, para meditardes.
- Ou seja, incrementando os bens, e não espoliando-os.
- Ou seja, até chegar ao auge da força psicofisiológica que, segundo alguns exegetas, corresponde à puberdade; e, segundo outros, à idade da razão, atingida entre os 25 e 30 anos. Repetir-se-á esta expressão em XII 22, XVII 34, XVIII 82, XXII 5, XXVIII 14, XL 67 e XLVI 15, sendo que, neste último versículo, a palavra parece corresponder à idade de 40 anos.